Somos amigas do tempo da onça que, apesar das diferenças, em comum cultivamos o interesse por desbravar qualquer canto do mundo. De Santos à Rússia, de Corumbau a Veneza, do Vietnã à Patagônia.
Somos como uma família. Ficamos com o coração apertado quando alguém da turma vai passar um tempo longe. Vamos visitar de mala e cuia aquelas que resolvem morar em algum lugar distante. Vibramos com cada detalhe das histórias contadas depois de qualquer retorno.
Foi durante uma das costumeiras (e deliciosas) pizzas de domingo – enquanto planejávamos a próxima viagem que faríamos juntas – que a ideia do site surgiu.
Surgiu como um motivo pra dividir com mais gente nossas dicas e impressões. E também como uma desculpa pra nos encontrarmos ainda mais, rirmos juntas ainda mais, e – por que não – viajarmos mais e mais.
Aí vamos nós!
Baboous, Cacá, Carol, Fê, Ninha e Pepê
Cacá Palenga
“Assim que a rodinha do avião encosta no chão, me vem à cabeça o mapa-múndi. No trajeto do táxi até porta de casa, já tenho pelo menos 5 destinos diferentes e então percebo que não tem mais volta… toca acumular milhas tudo de novo…”
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Carol Saraiva
“Publicitária por formação, mas viajante por adoração. Tenho 28 anos e há pelo menos 18 tento aproveitar toda brecha que tenho para fazer minha mala e sair andando por aí.”
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Fê Annenberg
“Minha mãe sempre dizia: “Se não comer de tudo, não vai poder viajar pelo mundo!”
E dá-lhe caruru, kibe cru, gefilte fish, galinha de cabidela. Tudo desde criança.
Meu pai, de outro lado: “Quero filhos poliglotas, que se virem bem nos quatro cantos do mundo.”
E bora pras aulas de inglês, francês, espanhol.”
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Mari Barbosa
“Salve! De nascença sou Mariana Barbosa, mas de alcunhas já são tantas, que quase-quase que já sou mais de uma. Tudo começou com Maná, que passou para Má, Mari, Quatro-olhos, Babosa, Baboous, Barba, MOB, Barbotinha, Malota, Maricota, Cabeça, Barbita, Marianita du Brasil e Marimar.”
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Ni Nogueira
“Tenho um bisavô e uma bisavó que vieram da Itália, bem pequenininhos. Aqui no Brasil conheceram seus respectivos pares, descendentes de portugueses. Minha mãe é mineira, mas como o meu avô era chefe de estação de trem, morou em várias cidades do interior de São Paulo e Minas Gerais.”
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Pepê Maaz
“Sou Patricia de batismo, mas minha real identidade mesmo é Pepê, meu apelido desde um ano de idade.
Segundo minha avó, nasci com rodinhas nos pés.”
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