Resolvi escrever o post porque sempre tenho amigos que me perguntam aonde ir para impressionar aquela gatinha ou gatinho. Escolhi 5 restaurantes que além de ter uma comida deliciosa, tem aquele “q” inesquecível. Curioso? Então vamos para a lista.
Sete Malas convida 2 artistas incríveis da Call Parade para contarem suas experiências.
Aposto que quem mora em São Paulo ou passou pela cidade nesse último mês reparou nos orelhões bacanas, criados por artistas que estão espalhados por aí. Certo? Esse é o Call Parade, uma exposição inusitada a céu aberto que deixou as ruas muito mais charmosas.
Tudo começou pela necessidade de homenagear os orelhões, que em 2012 completam 40 anos, mas queriam fazer isso de uma forma inédita, por isso, em parceria com a Toptrends (empresa cspecializada em eventos de arte de rua, realizadora da já consagrada CowParade) e com a operadora VIVO (patrocinadora exclusiva do evento), foi criada a exposição coletiva de orelhões.
O projeto criou 100 orelhões. Desses, 90 artistas foram selecionados por um comitê heterogêneo e 10 artistas foram convidados por um comitê curador. E você pode conferí-los em oito circuitos que estão descritos aqui no site.
Como o Sete Malas adora tudo que tem a ver com arte, convidou dois artistas da Call Parade para contarem como foi participar desse projeto. E aí, quer saber mais?
Uo Katsu: A peixaria de São Paulo que virou restaurante (e que restaurante!)
Se você não se importa em comer em uma mesa comunitária, se não faz questão de ter toalhas sobre a mesa, guardanapos de tecido no colo, e não liga se sua bebida for servida em um copo de plástico, mas gosta de comer um peixe fresco, sushis e sashimis variados, bem preparados e bem servidos, e ainda, com uma ótima relação custo-benefício, o Uo Katsu pode ser uma excelente opção para você que mora ou está de passagem por São Paulo.
Se você ainda não conhece, não sabe o que está perdendo!
“Guerra e Paz” em São Paulo. Uma exposição que merece uma viagem
Hoje vou escrever sobre um tema que eu gosto muito: arte e, para deixar o post ainda mais interessante, vou falar de arte nacional. Conheço muitas pessoas que já visitaram museus importantes do mundo, que entendem a diferença de Manet e Monet, que curtem um programa cultural, mas que mesmo assim nunca quiseram ou tiveram tempo de apreciar a arte verde-amarela. Por isso, vou falar um pouco do meu pintor brasileiro favorito: Cândido Portinari e sua exposição imperdível em São Paulo – “Guerra e Paz.”
Picinguaba, paz e pescadores – por Mari Chammas
(para ler ouvindo Sitting on the dock of the bay, do Ottis Redding)
Picinguaba é um tesouro escondido no litoral norte de São Paulo, onde muita gente ainda não chega. Mas quem vai lá descobre um cantinho litorâneo lindo e aconchegante, fácil de apaixonar qualquer um. A primeira vez que estive lá foi em 1997, em um dos estudos do meio da escola, e desde então eu nunca mais tinha voltado até esse janeiro de 2012.
Quando planejei minhas férias de fim de ano, por algum estranho motivo que eu ainda desconheço, Picinguaba me voltou à cabeça. Eu praticamente cismei que tinha que voltar lá, de qualquer forma. E, apesar de uma série de percalços no meio do caminho que quase me contavam que eu não deveria ir, fiz uma reserva de quatro dias para lá. Porque eu tinha que parar, respirar, descansar. E aquela praia me parecia o local ideal para o que eu estava precisando.



