5 dias (e 5 noites) em Nova York

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Tenho que confessar que o título original desse post era “Nova York em 5 dias!”. Mas não teve jeito. Nem um milagre me permitiria espremer toda essa cidade em uma viagem de 120 horas.

Depois de algumas noites sem dormir direito, encontrei a solução: o título passou a ser “5 dias em Nova York”. E foi assim que o texto fluiu. Bem melhor.

Depois foi só acrescentar as 5 noites. E pronto.

O que tenho a oferecer a vocês, portanto, é um pequeno roteiro do que EU faria em Nova York se tivesse apenas 5 dias na famosa Big Apple. Vamos lá!

Como já disse aqui antes, Nova York é o que você quiser que ela seja! Por isso, provavelmente você terá que fazer algumas adaptações nesse meu roteiro, de acordo com os seus gostos pessoais, claro.

Ainda antes de começar, saiba que a ordem dos fatores não altera o resultado. Se você quiser embaralhar os dias, não tem problema algum. Mas veja sempre, claro, se é possível fazer o programa marcado naquele dia da semana (os museus, por exemplo, costumam fechar uma vez por semana).

Dia 1: Vamos começar nossa viagem por um lugar imperdível na cidade. Pode ser sua primeira ou sua décima passagem por Nova York. Pode estar um sol escaldante, pode estar chovendo, aquele frio de rachar ou um lindo dia típico de primavera. O Metropolitan Museum of Art é parada obrigatória. Para mais informações, veja meus comentários e dicas sobre esse museu aqui. Reserve a manhã toda para a visita (e você verá que mesmo assim não vai ser suficiente). Para o almoço, há algumas boas opções ali por perto, no Upper East Side. Se você já quiser começar provando algum dos melhores burgers da cidade, vá ao JG Melon ou ao Shake Shack do Upper East Side (veja minhas dicas sobre esses lugares aqui). Para uma boa comidinha italiana (pizza, panini ou mesmo uma saladinha), por ali ficam também o Via Quadronno e o Serafina da Madison. Para algo mais “americanizado”, mais no estilo brunch, o EJ’s Luncheonette e o EAT são boas opções por ali. Está sem fome e quer só provar uns cookies ou cupcakes para adoçar o dia? Ali perto tem a famosa Eleni’s (que é uma graça!). Um japonês? O Sushi of Gari também fica nas redondezas. Para fazer a digestão, aproveite para caminhar até o museu Guggenheim (fica na Quinta Avenida mesmo, um pouco mais para cima, na altura da 89). Em uma viagem curta a NY, eu não perderia tempo visitando o acervo do museu, que (exceto em casos de exposições temporárias específicas) não é muito especial. Mas o museu vale a visita pelo menos pelo lado de fora, para ver a arquitetura do lugar. Um pouco mais pra cima, ainda, na altura da 92, tem também o Jewish Museum. Para quem tem interesse na história e na cultura judaicas, é uma boa pedida. Mas, mais uma vez, em uma visita rápida por NY, talvez não valha a pena gastar a tarde por lá. Essa região é um prato cheio pra quem gosta de museus (por isso que é nela que acontece, uma vez por ano, o Museum Mile Festival; se tiver interesse, confira as informações desse festival aqui; eu já fui e garanto que é bem divertido!).

Para a tarde desse primeiro dia de viagem, e considerando a proximidade, minha sugestão é um passeio pelo Central Park. Caminhe muito e se perca por todos os seus cantinhos. Meus comentários sobre esse lugar (que é muito mais do que um parque!), você encontra aqui (veja a dica 11). Se estiver um calor delicioso, não deixe de fazer um passeio de bicicleta ou o tradicional picnic em um de seus gramados, após uma passadinha pelo Whole Foods para comprar umas guloseimas (nesse caso, dispensa-se o almoço). Se estiver um frio daqueles de doer as juntas, passar a tarde nos museus que eu mencionei aí em cima pode ser uma boa alternativa. Ou, para as mais famintas por lojinhas e compras – caras! – o Upper East Side é O lugar. Veja algumas dicas da Lolitta Hannud aqui.

Noite 1: A programação sugerida para a primeira noite, para você já sentir a atmosfera nova-iorquina, é um happy hour e/ou uma baladinha em um dos muitos rooftops da cidade (veja algumas dicas sobre esses lugares aqui - dica 15). Se estiver muito frio, um bar mais no estilo underground (como o Pravda, que eu já comentei por aqui - dica 2) também é uma boa pra entrar no clima.

Dia 2: Comecemos o segundo dia com um passeio mais tradicional: uma visita à Estátua da Liberdade. Sei que há controvérsias, mas eu acho que vale o perrengue. Não pela visita à estátua, mas pela passagem por Ellis Island e seu Museu da Imigração (esse da foto aí embaixo). É super interessante! Essa ilha serviu como a principal entrada de imigrantes em Nova York de 1892 a 1954, com entradas diárias de milhares de ingleses, irlandeses, alemães, austríacos, dentre outros. O museu tem algumas partes interativas, é super bem montado. Para os mais interessados, o audio tour vale a pena. A saída para lá se faz a partir do Battery Park, bem ao Sul da ilha. Para ingressos (que incluem os dois passeios) e mais informações, veja aqui. Tente ir bem cedo (para isso, planejar a ida e fazer reservas com antecedência é fundamental). A ideia é que você volte para Manhattan até o começo da tarde.

Na volta, como você já vai estar bem lá embaixo da ilha, aproveite para passear pelo Financial District e conhecer a famosa Wall Street. Tirar uma foto com o touro símbolo de lá faz parte do programa. Dê uma passadinha pela Bolsa de Valores de Nova York e pelo memorial do World Trade Center (foto abaixo). Para os que não conseguem ficar um dia sequer sem umas comprinhas, ali bem em frente ao memorial fica um dos melhores outlets da cidade, o Century 21 (se a programação estiver apertada, não se preocupe, pois agora tem uma Century 21 mais perto de tudo, na Broadway, entre a 66 e a 67). Uma coisa que pouca gente sabe é a quantidade de museus que essa região da cidade também abriga. Dá uma espiadinha aqui. Para comer por ali, é mais difícil encontrar lugares bacanas, pois a região é mais para business mesmo. A região mais próxima que tem bons restaurantes, na minha opinião é Tribeca, um pouco mais para cima, mas acho que vale mais a pena passar por lá no mesmo dia do passeio pelo SoHo & cia.

Noite 2: Então, nesse dia, é melhor deixar para comer bem no jantar, que pode ser antes ou depois da programação sugerida: uma peça da Broadway ou um show off-Broadway. Veja minhas dicas sobre esses shows aqui (dica 13). Aproveite para ver a Times Square toda iluminada e tirar a tradicional foto à luz dos outdoors mais famosos do mundo!

Dia 3: Hoje é dia de explorar uma das minhas regiões preferidas da cidade: o Upper West Side. Não só porque morei nesse bairro (memória afetiva, sabe?), mas porque é um dos lugares mais agradáveis de Manhattan. De um lado, todo o Central Park; de outro, o Riverside Park, (veja aqui a localização) que poucos conhecem mas que é uma delícia de parque, um dos pontos altos da cidade, com vistas lindas para o Rio Hudson (sabe aquele rio onde um avião fez um pouso forçado há uns 3 anos?). Comece o passeio pela parte de “baixo” do Upper West Side e vá subindo (da forma que achar melhor: a pé, de taxi ou metrô, mas não deixe de ver a dica 9 aqui). Não deixe de passar pelo Columbus Circle, onde está o Lincoln Center, e pelo Dakota Building (aquele famoso pelo assassinato de John Lennon e pelo filme de terror ‘O Bebê de Rosemary’). Ainda pela manhã ou no começo da tarde, é possível visitar o Museu de História Natural (na Central Park West com a 79). Se estiver com criança, uma ótima opção é o Children’s Museum of Manhattan, ali pertinho, na 83. Na Broadway, entre um e outro, você encontra o Zabars, um tradicional mercado de NY, onde é possível fazer um lanchinho. Ou uma paradinha no Cafe Lalo (na 83), que tem um ambiente muito charmoso e uma comida bem gostosa.

Siga o passeio até o campus da Universidade de Columbia, bem lá pra cima. Recomendo muito esse passeio, e juro que não é só porque estudei lá. Acho incrível imaginar que uma ilha como Manhattan abriga uma Universidade desse porte, com um campus tão bonito durante todas as estações. Se der, visite a biblioteca e o ginásio de esportes. Lá perto, para adoçar o seu dia (porque ninguém é de ferro), dê um pulinho na Hungarian Pastry Shop (Amsterdam Ave, entre 110 e 111). Se o tempo estiver bom, recomendo ainda dedicar uma parte do seu dia a um passeio pelo Riverside Park, com direito a um belo por-do-sol no Hudson. Ainda nessa área, se quiser fazer uma refeição beeeem farta, com uma ótima relação custo-benefício, não deixe de conhecer o Carmines, um tradicional restaurante italiano na Broadway, na altura da 90). Para comida peruana, conheça o Pio Pio na Amsterdam com a 94. Um restaurante grego legal, o Kefi, na Columbus, entre 84 e 85. Para comida mexicana, tem o Rosa Mexicano mais para baixo, na Columbus com a 62. Para uma refeição mais requintada, vá ao Jean Georges, na Central Park West (mas antes veja minhas dicas aqui – dica 5).

Noite 3: Hoje a noite será dedicada ao jazz. Afinal, ir a Nova York e não assistir a um showzinho de jazz é como vir ao Brasil e não conhecer o samba. Tenho algumas recomendações, cada uma com seu estilo: Terra Blues, Village VanguardBlue Note Jazz Club (esses três no Greenwich Village), St. Nick’s Jazz Pub (no Harlem), Jazz at Lincoln Center (no Columbus Circle; um show na Allen Room, que tem a parte de trás do palco toda de vidro, te proporciona uma vista linda! (foto abaixo) Já a salinha do Dizzy’s Club Coca Cola tem um climinha mais intimista), Smoke (no Upper West Side; é bom reservar antes). E onde eu morro de vontade de ir mas nunca consegui (até porque o preço é bem salgadinho…): assistir à banda do Woody Allen no hotel The Carlyle, no Upper East Side (veja o calendário e os preços aqui). Deve ser demais!

Dia 4: O quarto dia da viagem será todo no lado mais cool de Nova York, aquele menos turístico. É o dia de percorrer os seguintes bairros/regiões da cidade: SoHo, Tribeca, Meatpacking, Greenwich e West Village e Chelsea. Parece bastante, mas eles são relativamente pequenos, e um do lado do outro. Divida como achar melhor ao longo do dia, com boas pausas para o almoço e para o jantar (ótimas opções para comer e beber não faltam nessas regiões!). Perca-se entre as ruas mais famosinhas: Prince, Spring, Broome, Thompson, Greene, Lafayette, Waverly Place, Grove, Christopher, etc. Algumas curiosidades que vão te ajudar a se localizar melhor: SoHo quer dizer “South of Houston”, ou seja, é a região que fica ao sul da Rua Houston (pronunciada por lá – não sei por que cargas d’água – como “rauston“). Tribeca quer dizer “Triangle Below Canal Street”. Ou seja, para baixo da Canal Street. Sobre o Meatpacking, confira a dica 3 do meu primeiro post sobre NY e veja também esse site aqui. Lá, não deixe de conhecer o High Line Park. No Village, caminhe pela Bleecker Street e não deixe de provar os cupcakes da Magnolia Bakery (eu não sou muito fã desses bolinhos, mas sei que tem quem goste, e muito!). Passe pela Universidade NYU e pela Washington Square. No Chelsea, repare no mural dos brasileiros Os Gemeos e vá ao Chelsea Market.

Algumas opções para comer (ou comprar comidinhas!) nessas regiões e que eu recomendo: Eataly (para comer e para comprar, fica na Quinta Avenida na altura da 23), Murrays Cheese (uma casa de queijos maravilhosa no Village), Spotted Pig (na Greenwich Street), Corner Bistro (para um bom burger, no Village), Raouls (na Prince), Bar Pitti (na Sexta Avenida, na altura da Bleecker), Barolo (italiano muito bom no SoHo), Morandi (na Waverly Place, um dos meus italianos preferidos, onde certa vez eu jantei ao lado da Sarah Jessica Parker!), Cipriani Downtown (italiano clássico no SoHo), Kittichai (asiático que fica embaixo do hotel 60 Thompson, no SoHo), Buddakan (mais um asiático, esse no Chelsea), Limas Taste (excelente peruano no Village; na minha opinião bem melhor do que o Panca). No Meatpacking, se você procura badalação, vá ao Pastis, ao Buddha Bar ou ao Spice Market.

Noite 4: Para a noite de hoje, sugiro dois programas com perfis bem diferentes: ou uma balada ou uma ópera. Escolha o seu! Para uma boa balada, recomendo que você procure informações com pessoas que acabaram de voltar de NY ou que estejam morando lá, pois a “balada do momento” muda a cada ano (ou mês) que passa. Se este dia coincidir com a primeira sexta-feira do mês, vale conferir a festinha que o museu Guggenheim oferece (First Fridays). Não pela balada em si, mas porque é uma experiência bem legal participar de uma festa de verdade (com música e bebida) dentro de um museu. Para a ópera, confira os espetáculos da temporada e compre os ingressos com antecedência. O Metropolitan Opera é um lugar lindo. Vale muito a pena. Lá assisti A Flauta Mágica há alguns anos e amei!!

Dia 5: Vamos começar o nosso último dia com um pouco de arte moderna. A primeira visita será ao Museum of Modern Art (ou simplesmente “MoMa”, como é mais conhecido), que fica na 53, entre a Quinta e a Sexta Avenidas. Às sextas-feiras, das 16h às 20h, a entrada é livre (ou seja, prepare-se para a fila! Mas se estiver com o orçamento apertado, programe-se dessa forma). Veja informações sobre horários e preços aqui. Eu acho esse museu demais! A lojinha então… dá vontade de levar tudo. Mas essa visita costuma ser mais curta do que a do Metropolitan. Se você conseguir ir cedo (dependendo do desfecho da sua noite de ontem…), ainda pode sobrar bastante tempo pela frente. Se quiser almoçar por lá mesmo (e dinheiro não for o problema na viagem), não deixe de provar o The Modern, o restaurante do próprio museu, que é excelente.

Saindo do museu, sugiro um passeio pelos points mais famosos de Midtown para fazer a digestão: Rockefeller Center (é só descer um pouco a Quinta Avenida, fica na altura das ruas 47 a 50), Bryant Park (um pouco mais abaixo, entre a 40 e a 42), St. Patrick’s Cathedral (na Madison), Grand Central Terminal (a famosa estação, que com certeza você já viu em muitos filmes; fica na 42 com a Park), Chrysler Building (do lado da estação, na Lexington com a 43), New York Public Library (vale dar uma olhadinha pois é bem bonita) e Empire State Building (não acho que valha a pena, em uma viagem curta, pegar a fila para subir nele; alguns rooftops te proporcionam vistas tão lindas quanto a de cima desse prédio).

Para a tarde, sugiro um dos meus passeios preferidos: atravessar a Brooklyn Bridge e ver o por-do-sol lá do outro lado! É lindo!! O programa pode incluir também um sorvete do outro lado, ou uma pizza na tradicional Grimaldi’s do Brooklyn.

Noite 5: Para a última noite, sugiro uma comédia stand-up (quanto mais o seu inglês estiver afiado, melhor) seguida de um jantar bem gostoso! (veja mais opções de restaurantes mais adiante) Para stand-up, minhas sugestões são: Caroline’s (na Broadway) e Comedy Cellar (no Greenwich Village).

Bom, sei que muita gente tem ido para Nova York com o (quase único) objetivo de fazer compras. Se esse é o seu caso, considere a opção de trocar qualquer dia do roteiro por um dia inteiro no Woodburry Common Premium Outlets (veja todas as dicas sobre esse outlet aqui – dica 6). Ou mesmo uma tarde, ou uma manhã toda, na Quinta Avenida ou em qualquer outro point de compras da cidade (não deixe de ver as dicas da Lolitta Hannud aqui).

Como não podia faltar, seguem algumas opções de brunch (eu adoro!!!). O único probleminha é que se ele for um evento do dia, pode comprometer o programa da manhã. Eles estão mais ou menos em ordem de preço (do mais barato ao mais caro): Le Pain Quotidien (vários endereços), Good enough to eat (no Upper West Side; tem fila, mas vale a pena), Essex (longe, lá no Lower East Side, mas muito bom! Tem que reservar com antecedência. Eles servem muitas mimosas! É uma delícia. O prato da foto aí de cima é de lá), Sarabeths (em Tribeca), Extra Virgin (no West Village), Felix (no SoHo), Balthazar (point do casal Tom Cruise e Katie Holmes no SoHo) e Asiate (bem carinho; fica no Mandarim Oriental Hotel e tem uma bela vista). Se quiser um brunch com estilo de badala (também mais cara), o Bistrot Bagatelle é o lugar!!

Mais opções gastronômicas que não foram citadas acima: Serendipity (para sobremesas principalmente, fica na 60, lado East), Inoteca (um bom italiano no Lower East Side), Luzzos (pizza excelente no East Village), Ushiwakamaru (restaurante japonês sensacional e muito pouco conhecido; me foi recomendado por um japonês nato), Ilili (um excelente libanês), Pranna (asiático muito bom na Madison) e Tao (também asiático, na 58, entre Madison e Park).

Por fim, sugiro três programas alternativos, caso você tenha interesse: O primeiro, visitar a sede da Organização das Nações Unidas, a ONU. É meio fora de mão, mas se estiver muito frio para fazer programa outdoors e você já tiver esgotado a cota de compras, pode ser um programa bacana. Veja informações aqui. As visitas são guiadas  e duram aproximadamente 45 minutos. O segundo, assistir a uma missa gospel no Harlem (tem que ser no domingo de manhã). Veja informações aqui. Eu confesso que já tentei ir mas não consegui. A entrada é grátis, mas a fila é enoooorme. Terceiro, fazer um tour pelo backstage do Metropolitan Opera. Veja informações aqui e aqui. Tem que reservar com antecedência.

Para hospedagem, eu particularmente prefiro as opções nos bairros menos turísticos. Algumas sugestões bacanas: Hotel Thompson (SoHo), Standard Hotel (Meatpacking), The Jane Hotel (Meatpacking), Bowery Hotel (East Village – onde fica o restaurante Gemma), Hotel Mondrian (SoHo – onde fica o restaurante Imperial n9), Washington Square Hotel (West Village), The Mave (Midtown).

Antes de embarcar, não se esqueça do seu visto!! Veja informações aqui (com muita antecedência, principalmente em São Paulo).

Sei que ainda há muuuuuuito para se ver e se fazer nessa cidade… mas vou parando por aqui.

Antes de ir, não deixe de ler todas as minhas dicas nos outros dois posts sobre a Big Apple aqui no Se7e Malas (aqui e aqui).

Nova York é uma cidade que está sempre se renovando. Sempre há um novo programa para se fazer. Se você foi pra lá e quer compartilhar suas dicas, deixe seu comentário aqui!

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